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2011: o ano do relacionamento digital

A internet vem mudando a forma como as pessoas se relacionam, como se portam e, literalmente, é hoje a grande responsável por uma mudança de comportamento. O Google também mudou a vida de todos, é por ele que as pessoas se guiam para diversas novas atitudes, sejam elas profissionais ou pessoais.

As redes sociais permitiram um efeito nunca antes visto quando falamos em networking.

 Elas já são acessadas por 67% dos internautas do país, das classes A, B, C e D. Segundo levantamento do Ibope Mídia, cerca de 25% dos usuários brasileiros de redes sociais as usam como fonte de informação para compras, principalmente relacionada a eletrônicos. Segundo o Ibope, 20% dos adeptos de sites de relacionamentos trocaram o celular para aparelhos mais sofisticados, com conexão à internet para acessar os sites.

 Somente nesse Natal, o e-commerce deve movimentar R$ 2,2, bilhões em vendas, segundo dados da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (câmara-e.net) e a previsão é que o setor encerre 2010 com o montante de R$ 15 bilhões de faturamento. O crescimento acelerado exige ainda mais planejamento na comunicação digital. Os grandes players de mercado já se conscientizaram sobre isso e começam a desenvolver ações com mais foco, assertividade e qualidade, em prol de um ROI – Return on Investment, mais efetivo.

 E, grande parte desse surpreendente volume de vendas também vem do email marketing. Chegamos a 1 bilhão de envios/mês somente pela plataforma de envio e gestão de email marketing Virtual Target – www.virtualtarget.com.br – e esse cenário demonstra a importância desse canal como uma das fontes prioritárias de comunicação entre marcas, lojas virtuais e público.

 O email marketing foi marcado em 2010 pelo ano da conscientização. O mercado já está aplicando as boas práticas, ainda com moderação, mas começa a entender que qualidade está acima de quantidade e caminha para ofertas por email com foco no relacionamento digital. Esse movimento também é proveniente do próprio e-consumidor, que está aprendendo a lidar mais com a internet, o e-commerce e as redes sociais. As redes sociais também são propulsoras de uma comunicação mais personalizada por parte das empresas. Elas promoveram uma nova forma de relacionamento, exigindo, mesmo que indiretamente, que as marcas pensassem mais antes de agir.

 Atribuo o crescimento qualificado do email marketing a diversos fatores. Temos uma economia mais aquecida, onde classes como C e D passaram a consumir pela internet. E, diante desse cenário, o comércio eletrônico vem enxergando nesse canal uma das principais fontes de rentabilidade. O email marketing no e- commerce chega a representar mais de 50% das vendas online de portais de varejo, compras coletivas e clube de descontos. O aumento desse consumo pela web gerou maior demanda nas ações digitais.

 O ViajaNet, agência de viagens online, divulgou uma pesquisa onde 35% de seus clientes são da Classe D, com renda mensal de dois a cinco salários mínimos. O resultado é consequência não apenas da economia atual, mas do foco da agência nas constantes campanhas de email marketing.

 Um dos recursos do email marketing que também vem ganhando espaço é o transacional. As empresas estão começando a enxergar as facilidades dessa tecnologia para ampliar o relacionamento digital com a base. Vejo marcas planejando automatização de envios segmentados a partir da análise do comportamento online da base que recebe as campanhas. Se o clique foi em produtos de TV, por exemplo, esse mesmo destinatário recebe em seguida uma ação com uma oferta de home theater. Isso favorece a fidelização virtual.

 A integração das campanhas de email marketing com redes sociais e vídeos online nas ações também vem impulsionando a força desse canal. As empresas identificam a interatividade como um fator essencial para não mais limitarem suas ações aos disparos. Em suma, o consumidor está ditando as regras. O ano de 2010 foi marcado pela prática do relacionamento digital, da interatividade e do boom das compras online.

 Conseguimos aculturar o mercado em relação à aplicação da ética e das boas práticas no email marketing e ele já sabe que assim funciona melhor, bem melhor. O próximo passo é fazer com que as PMEs também entendam mais o potencial, fazendo com que o disparo de uma campanha seja realmente a favor da boa reputação de sua marca.

 2011? Continuo extremamente otimista. A demanda tende a aumentar porque cada vez mais temos novos usuários na rede e, claro, provedores abrindo portas para emails marketing...conscientes!

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